São quase 10 anos travando uma luta com minha balança, luta essa árdua e inglória, pois minha cabeça só pensa em comidas deliciosas e, portanto, proibidas. Ou seja, joga no time contra...
Chega um momento que você sabe que tem que tomar uma atitude, fugir desse cenário que está vivendo (e que você se colocou ali).
Precisa mudar porque tem filhos e precisa ter saúde para ajudá-los a construir as próprias histórias. Também quer que seus filhos te olhem com orgulho, admiração... eles estão crescendo e vão descobrir em breve que você não é a Mulher-maravilha... precisa estar à altura de ser uma mãe ao menos, bonita, saudável, ágil, divertida, para acompanhá-los na vida, no ritmo que eles merecem.
Precisa mudar também porque já não suporta mais se olhar no espelho, por cima do ombro e fechar os olhos rapidamente, sem querer se aprofundar nos detalhes (cada vez MAIS detalhes!)
Claro, tem o amor... por mais que o casamento seja ótimo e o marido finja não reparar que você se tornou uma mulher tamanho XG, não se acomode...
Você sabe o que precisa ser feito e a cada kg adquirido, irá gastar muito mais tempo e energia para se livrar dele.
Não há segredo, nem milagres. Para emagrecer, é preciso mudar hábitos alimentares, passar fome com os novos hábitos e malhar. Fácil? Não! Descobrir prazer em comer pouco, e folhas, é extremamente difícil. Malhar, para mim, ainda é um sofrimento imposto.
Tomada a decisão de emagrecer, veio a decisão de colocar balão intragástrico. Nem pensei muito, entre me informar sobre o balão, conversar com o médico e me submeter ao procedimento, levei 1 semana. Não queria esperar e desistir. E já que iria abrir mão do meu enorme prazer na comida, até então fonte de felicidade para mim, tinha que me cercar de recursos que me auxiliassem, afinal é uma longa caminhada. Decidi não fazê-la sozinha.
Obs.: Meu marido, bom companheiro que é, claro também engordou, portanto... balão nos dois!
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