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quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Adeus, antigos amores...

Essa semana venho enfrentando uma grande vilã da minha dieta...a tristeza. De cara com problemas e impasses na minha vida, a primeira coisa que me vem, junto com a tristeza, é a vontade de comer. Comer para esquecer, comer para trazer aconchego, comer para consolar a dor. Essa minha relação emocional com a comida nunca foi saudável e agora tenho que dar um basta, ou irei sempre devorar algo quando estiver feliz, para celebrar ou triste, para confortar...
Não há como evitar pensar. À noite, piora muito, os pensamentos de comida se tornam quase obsessão.
Mas estou fugindo mesmo dessa armadilha...
Ontem estava no carro com o seguinte impasse: Casa do Alemão, tomar chopp e comer o melhor croquete de carne do mundo (e não seria menos de 3...) ou voltar para casa e...malhar...
Com o apoio (isso é fundamental) dos meus filhos e nossa fiel escudeira (Nethe!), entrei na academia às 21h00.
O orgulho da minha escolha, sem comentários... Me senti de fato, mudando velhos hábitos, me desligando da velha postura e assumindo o controle.
A sensação de prazer quando terminei absolutamente suada se compara sim, com aquele croquete que sempre amei!





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